Para Edu, árbitro Carlos Amarilla “não tinha que sair do Pacaembu”

Edu Gaspar recordou seu tempo de jogador ao comentar a atuação de Carlos Amarilla no confronto entre Corinthians e Boca Juniors, pelas oitavas de final da Copa Libertadores de 2013. Era comum nos anos 1990 e 2000 o coro entoado pela Fiel: “a, e, i, o, u, agora eu quero ver para sair do Pacaembu”.

“A minha opinião? Pô, você está de brincadeira? Para mim, não tinha que sair do Pacaembu. Todo o mundo viu que foi uma coisa absurda”, afirmou o gerente de futebol alvinegro, depois de prometer “passar a limpo” as suspeitas em relação à indicação do árbitro paraguaio.

Em 2013, após derrota por 1 a 0 em Buenos Aires, o Corinthians empatou com o Boca por 1 a 1 no Pacaembu e foi eliminado. A segunda partida, em 15 de maio, teve uma atuação histórica de Amarilla, que anulou dois gols alvinegros e deixou de marcar dois pênaltis.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Disposição do árbitro Carlos Amarilla para dar cartão amarelo a Emerson deixou Edu alarmado

“No sétimo minuto do jogo, eu me lembro de que falei: ‘hoje, vamos ter dificuldade’. Pela maneira como ele amarelou o Sheik, pela forma como tratava os nossos atletas. Logo percebi que a gente teria muita dificuldade, como realmente tivemos”, comentou Edu.

Na esteira das investigações sobre a corrupção no futebol, emergiu uma escuta de Julio Grondona, que dirigiu a Associação do Futebol Argentino (AFA) por décadas e morreu no ano passado. No áudio, que dá indícios de influência da AFA na escalação do juiz, o dirigente aponta Amarilla como “o maior reforço do Boca”.

Fonte: Gazeta Esportiva

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