Destaque do polo aquático brasileiro revela viver sonho nas Olimpíadas

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 Izabella tem apenas 20 anos (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

A Seleção Brasileira feminina de polo aquático está perto de fazer sua estreia em Jogos Olímpicos. Como preparação, a equipe realizou um amistoso contra a China nesta sexta-feira, e quem se mostrou ansiosa para a competição poliesportiva mais importante do mundo foi Izabella Chiappini, destaque do time nacional.

No Pan-Americano de Toronto 2015, Izabella foi a artilheira da competição com 22 gols, e ajudou o Brasil a conquistar o bronze. Além disso, a atleta foi eleita a segunda melhor jogadora do mundo na última temporada pela publicação Water Polo World. Com apenas 20 anos, a jogadora revelou a importância de atuar nos Jogos e contar com o apoio da torcida.

“Para mim não caiu a ficha ainda, é um sonho. Cada vez que chega mais perto, eu fico mais ansiosa. Acho que a torcida vai ajudar muito, porque isso aqui (o amistoso) não vai ser nada comparado ao que vai ser no Rio, e já ajuda muito o pessoal vibrando e incentivando. Dá mais vontade, mais raça, acho que a torcida vai ajudar muito”, declarou a número 6 da equipe.

Apesar da Seleção ser Brasileira, o técnico do time feminino de polo aquático do País é o canadense Patrick Oaten. Izabella revelou que o comandante até se arrisca no português, mas que a diferença de língua não atrapalha na comunicação entre treinador e equipe.

“Tem algumas meninas que não falam muito bem inglês, então acho que para algumas é meio complicado. Mas ele, às vezes, arranha um pouco o português, umas palavras-chave, então por enquanto não teve nenhum problema”, contou.

Quando questionada sobre qual equipe é favorita à medalha, Chiappini foi convicta. Mesmo assim, revelou que não faltará luta por parte do Brasil. Vale destacar que os Estados Unidos são os atuais campeões olímpicos.

“É difícil, mas com certeza a gente vai com tudo, motivadas para tentar ganhar uma medalha. Os Estados Unidos são os favoritos, pois vêm ganhando todos os campeonatos esse ano, e não foi muito difícil. Também vai ter Espanha e Austrália, e todos os times são muito fortes”, finalizou.

*Especial para a Gazeta Esportiva

Fonte: Gazeta Esportiva

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